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Compostagem Municipal

Transformar lixo em adubo. É isso mesmo que a Prefeitura, via programa Pró-Água, tem feito em Anápolis. A Compostagem Municipal, iniciada em 2018, está transformando resíduos orgânicos, que anteriormente eram despejados no Aterro Sanitário, em fertilizantes naturais para hortas, jardins e canteiros da cidade.

Cerca de 25 toneladas de resíduos orgânicos – oriundos do Mercado do Produtor e das feiras – e mais 5 toneladas de galhadas – provenientes da poda de árvores – são convertidas diariamente em material fértil, que até então precisavam ser comprados.

 

Funciona da seguinte forma: as bactérias decompositoras são fixadoras de nitrogênio e transformam o material orgânico em terra preta, rica em minerais e nutrientes. O sol bate na planta, ela perde água e fixa carbono, ação conhecida como fotossíntese. Quando isso ocorre, vira matéria orgânica, que quando é molhada, apodrece e se torna solo orgânico.

 

Essa ação ainda prevê o aumento da vida útil do Aterro Sanitário em cinco anos, além da economia de R$ 20 mil reais por mês. Isso porque ao depositar estes insumos no aterro, o solo do local acabava se desgastando mais rapidamente. São 30 toneladas de matéria orgânica que deixam de ser um passivo ambiental para a se tornar um ativo, ou seja, solo bom, que é a terra preta.

A empresa que presta serviços ao Município na coleta de lixo gastava-se cerca de R$ 40 mil reais para mandar este material para o aterro, mas a compostagem gera um custo de apenas R$ 20 mil, que são repassados para a empresa – o que é previsto em contrato. Por isso, além dos benefícios ambientais, o programa promove uma economia considerável.

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