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Codego lança o Pró-Água, na área de captação de água do DAIA.

Na área de captação de água, o governador e o presidente da Codego, Marcos Cabral, lançaram o Pró-Água, que será realizado pela Codego em parceria com a Prefeitura de Anápolis. O projeto prevê a recuperação das bacias do Rio Caldas e do Ribeirão Extrema e a reabilitação da paisagem natural, criando zonas de proteção com o plantio de 50 mil mudas nativas do cerrado.

A criação dessas zonas de proteção permite a infiltração, a retenção e a percolação da água pluvial no solo em toda a bacia, recarregando os estoques naturais nos bolsões subterrâneos e restabelecendo o fluxo das nascentes e o ritmo das chuvas. ?Com esse sentimento de recuperação poderemos, em 2020, não ter um problema tão sério de abastecimento em Anápolis?, ressaltou Caiado. Simbolicamente, o governador fez o plantio da primeira planta do Pró-Água.

Para garantir a disponibilidade de recursos hídricos, o Governo de Goiás revitalizou o Sistema de Abastecimento de Água do Daia, a partir do investimento de mais de R$ 1 milhão pela Codego, e destinou outros R$ 800 mil para a perfuração de 20 poços artesianos. ?Isso que é governar: é dar tratamento correto para aquilo que é da população. É poder fazer com que [o recurso público] seja melhor aplicado a cada dia que passa?, ressaltou o governador. Ele parabenizou a equipe da Companhia pelo cuidado na realização das obras. Ainda estão sendo executados o desassoreamento e a ampliação da lagoa de captação de água bruta do parque industrial, o que aumentará em 234% o volume de água na captação.

Outra ação implementada no Daia é a revitalização da Casa de Máquinas, responsável por bombear a água da lagoa de captação para a Estação de Tratamento de Água (ETA), garantindo o pleno funcionamento da estrutura. Segundo o presidente da Codego, Marcos Cabral, as medidas beneficiam amplamente a cidade de Anápolis, já que disponibiliza os recursos hídricos tanto para indústrias e empresas do Distrito quanto para os moradores de mais de 45 bairros da região.

Fonte: Codego Notícias.

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Cacimbas

A Prefeitura, via programa Pró-Água, fez a interligação de mais de 60 cacimbas ao longo de estradas vicinais da zuna rural de Anápolis, refletindo diretamente na qualidade dessas vias. Na prática, trata-se de bacias de captação da água da chuva que propiciam à infiltração da água acumulada promovendo recarga do lençol freático e a manutenção de nascentes, além de evitar a destruição das estradas, a erosão do solo, a poluição e o assoreamento. 

Essas cacimbas começaram a ser construídas há mais de dez anos em projeto desenvolvido pela Emater em parceria com a Saneago. Mas, ao ser alertada sobre o projeto abandonado em 2006, a equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente decidiu retomá-lo e concluir os serviços que faltavam para deixá-lo funcionando já para o período de chuvas.

Como são feitas?

É um corte lateral na estrada, com o objetivo de dar nova destinação à água da chuva e às enxurradas que se formam com frequência durante o período chuvoso. Uma cratera circular é feita de maneira supervisionada, com bordas mais altas e de modo a permitir a infiltração. Seguindo a inclinação do terreno, uma cacimba se liga a outra, formando um novo caminho até o leito do rio.

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Patiolindo

O Pró-Água está mudando a rotina das crianças que estudam nas unidades de ensino da Prefeitura de Anápolis. É que agora, todos os dias, as professoras dedicam alguns minutos do período escolar para levar as crianças ao pátio onde elas cuidam das mudas plantadas recentemente. A ação faz parte do programa Patiolindo que, em parceria com o Grupo de Defesa Ambiental (GDA), tem como objetivo plantar mais árvores em escolas, despertando assim o interesse dos pequenos pelo cuidado com a natureza e estimulando o pensamento coletivo.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, por meio da equipe do Pró-Água, ainda tem o cuidado de plantar apenas mudas de espécies nativas do Cerrado, entre elas: cagaitas, bananeiras, pitomba, oiti, sibipiruna, entre outras. E a escolha depende de como é o solo da unidade de ensino. Se é muito úmido, coloca-se plantas que irá drená-lo – é o caso da bananeira.

A ação, realizada aos sábados – quando não há aula –, já aconteceu na Escola Municipal Luiz Carlos Bizinotto e no CmeiProfª Cinthya Rodrigues Costa dos Santos, onde aproximadamente 850 mudas já foram plantas pelas equipes que fazem o serviço voluntariamente.É assim que, além de criar ambientes mais bonitos e agradáveis, o Pró-Água traz o convívio com verde para dentro das escolas.

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Centro de Produção de Mudas do Cerrado

Em 2018, a Prefeitura de Anápolis, via programa Pró-Água, firmou uma parceria com o Governo Estadual que viabiliza a implantação do Centro de Produções de Mudas Nativa do Cerrado. As mudas cultivadas no espaço serão utilizadas na recuperação de nascentes, corpos hídricos, áreas em processo de erosão, além de proporcionar a restauração tecnológica da ocupação do solo, que contribui para o ciclo completo da água na cidade.

Projeto

O projeto foi orçado em R$ 345.720,00 – dos quais R$ 309.887,00 são provenientes do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fema) –, com R$ 35.685,00 de contrapartida do Município.

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Compostagem Municipal

Transformar lixo em adubo. É isso mesmo que a Prefeitura, via programa Pró-Água, tem feito em Anápolis. A Compostagem Municipal, iniciada em 2018, está transformando resíduos orgânicos, que anteriormente eram despejados no Aterro Sanitário, em fertilizantes naturais para hortas, jardins e canteiros da cidade.

Cerca de 25 toneladas de resíduos orgânicos – oriundos do Mercado do Produtor e das feiras – e mais 5 toneladas de galhadas – provenientes da poda de árvores – são convertidas diariamente em material fértil, que até então precisavam ser comprados.

 

Funciona da seguinte forma: as bactérias decompositoras são fixadoras de nitrogênio e transformam o material orgânico em terra preta, rica em minerais e nutrientes. O sol bate na planta, ela perde água e fixa carbono, ação conhecida como fotossíntese. Quando isso ocorre, vira matéria orgânica, que quando é molhada, apodrece e se torna solo orgânico.

 

Essa ação ainda prevê o aumento da vida útil do Aterro Sanitário em cinco anos, além da economia de R$ 20 mil reais por mês. Isso porque ao depositar estes insumos no aterro, o solo do local acabava se desgastando mais rapidamente. São 30 toneladas de matéria orgânica que deixam de ser um passivo ambiental para a se tornar um ativo, ou seja, solo bom, que é a terra preta.

A empresa que presta serviços ao Município na coleta de lixo gastava-se cerca de R$ 40 mil reais para mandar este material para o aterro, mas a compostagem gera um custo de apenas R$ 20 mil, que são repassados para a empresa – o que é previsto em contrato. Por isso, além dos benefícios ambientais, o programa promove uma economia considerável.